Identificação e Tecnologia para o setor Têxtil

23 23UTC Julho 23UTC 2007

 por Flávia Ponte Bandeira* flavia-ponte-fcosta.jpg

Podemos começar a tecer o fio afirmando que o cadastro de produtos da empresa deve ser adequado e unificado. Dado ruim gera informação ruim. Todos os itens ou unidades logísticas devem ser identificados utilizando o sistema GS1.
O setor têxtil, como outros, enfrenta as conseqüências dos novos estilos de negócios. Os prazos de entrega estão cada vez mais reduzidos e o número de itens é cada vez maior. Soma-se a este cenário o desejo dos varejistas de ter uma constante renovação de seus estoques.
A incerteza da demanda também ronda o setor. Os itens têm alta sazonalidade e um curto ciclo de vida. Quanto maior o número de produtos de moda, essa incerteza aumenta.

Outra preocupação é a entrada, no mercado, dos produtos importados que concorrem em preço e qualidade. E os volumes de importação crescem ano a ano.

Como controlar todas essas variáveis e reagir rapidamente às mudanças?
Comece segurando a ponta do fio, ou seja, controlando o seu estoque. Sua gestão é fundamental para a empresa e tem como principal objetivo assegurar que o produto final esteja disponível no tempo e na quantidade solicitada pelo cliente.

Podemos começar a tecer o fio afirmando que o cadastro de produtos da empresa deve ser adequado e unificado. Dado ruim gera informação ruim. Todos os itens ou unidades logísticas devem ser identificados utilizando o sistema GS1. O uso do código de barras permite a captura de dados, resultando em velocidade nas transações, precisão nas informações e atualização dos estoques em tempo real. A falta de padronização é um ponto crítico. A captura automática de dados pode ser feita em várias fases, desde o recebimento da matéria-prima, passando pela movimentação e chegando à expedição do produto final.

A identificação, o código de barras e a captura de dados implicam maior controle, diminuição de erros, gerenciamento remoto, melhor aproveitamento de áreas, diminuição de quebras, redução de custos e, principalmente, otimização do fluxo de atendimento de clientes.

Outros monitoramentos são possíveis, como por exemplo, o de grades dos produtos confeccionados. O controle da numeração do tamanho dos artigos é imprescindível para um bom atendimento e influencia, diretamente, o desempenho das vendas. Como saber quais as características do público de determinada rede de lojas? Será que existe a necessidade de reforço em numerações menores ou maiores? Qual cor dentro das novas tendências tem maior aceitação?

Para não deixar o fio solto, integramos a esse processo o EDI (intercâmbio eletrônico de dados), cujas mensagens eletrônicas de compras e de posição de estoque, entre outras, fluem automaticamente entre as empresas envolvidas, o que dispensa a necessidade de digitações e aumenta a confiabilidade do processo.

A adoção de ferramentas automatizadas agrega valor ao controle, sendo mais uma estratégia para a manutenção da competitividade do negócio.
A GS1 Brasil assessora o setor na implementação de processos de identificação por meio do seu Grupo de Trabalho Têxtil. O objetivo é alcançar maior eficiência na cadeia composta por indústria, operadores logísticos, varejo e associações, por meio da utilização de padrões e de colaboração entre as partes.

Todos os padrões do Sistema GS1 são globais, facilitando também a integração com os parceiros comercias no processo de exportação.
A GS1 Brasil também disponibiliza a comunidade de negócios o Guia de Codificação do Setor Têxtil, uma publicação com as principais orientações referentes à identificação para o segmento. O guia pode ser acessado no site da organização: www.gs1brasil.org.br.

Organize-se. Estruture seu estoque. Participe do grupo de trabalho.
Só assim não se perde o fio da meada!

*Flávia Ponte Bandeira S. Costa é Assessora de Soluções de Negócios – GS1 Brasil


Célula de Competência – Comércio Eletrônico

23 23UTC Julho 23UTC 2007
Missão

Promover e facilitar comunicações eletrônicas de negócios entre organizações, viabilizando processos B2B (Plan, Align, Order, Deliver, Pay e Asset) de integração colaborativa de modo eficiente e eficaz através de padrões globais, e em harmonia com Sistema GS1.

Objetivos

Os principais objetivos da Célula de Competência Comércio Eletrônico são:

  • Atualização em Tecnologia e Processos B2B da GS1 Brasil, Associados e Comunidade de Negócios;
  • Incentivar o desenvolvimento de infra-estrutura e aplicativos, acessíves a empresas de diversos portes, que viabilizem o comércio B2B;
  • Ser facilitador para a integração entre empresas de forma eficiente e eficaz.

Principais Realizações

  • Grupo de Trabalho Calçados: Assessoria no projeto de integração de todos fornecedores, fabricantes e varejistas de calçados baseado no Sistema GS1. Desenvolvimento de guia para troca de mensagens eletrônicas e suporte na implementação do EDI.
  • Curso em formato e-Learning: O curso “Práticas de e-Commerce e EDI” está disponível também na sua versão e-Learning. Clique aqui para conhecer.
  • Criação do TPNQ: Software de cadastramento de produtos que facilita a troca de informações cadastrais entre os parceiros de negócios. Clique agui para fazer o download.
  • Criação do curso “Preparando-se para a GDS” – Sincronização Global de Dados : Reformulação do Curso Alinhamento e Sincronização de Dados, para inclusão de conceitos de GPC – Global Product Classification e utilização do TPNQ.
  • Palestra GPC: palestra que esclarece os conceitos referentes a classificação global de produtos, que foi incorporada no curso “Preparando-se para a GDS”.

Ambiente em que esta Célula de Competência está inserido

Podemos definir Comércio Eletrônico – ecommerce – como a capacidade de realizar transações envolvendo a troca de bens ou serviços entre duas ou mais partes utilizando meios eletrônicos. As empresas nunca tiveram acesso a tantas aplicações de eCommerce como têm hoje: elas vão desde compras on-line, com a utilização da WEB até processos automatizados tendo a INTERNET como meio de transporte dos dados. O nosso grande foco é facilitar a integração de empresas, e partindo da grande experiência já acumulada no desenvolvimento do padrão EANCOM de mensagens para EDI , ampliamos nossa atuação em novas aplicações. Hoje já trabalhamos com novos padrões que incluem especificação para Catálogo Eletrônico de Dados, padrões de mensagens eletrônicas baseadas na linguagem XML (Simpl-eb e CPFR), GEPIR – Busca Global de Associados GS1, sistema de Classificação de Produtos, entre outros.

Mais informações no site: www.gs1brasil.org.br


EPC – Código Eletrônico de Produto, o padrão da eficiência.

19 19UTC Julho 19UTC 2007

por Roberto Matsubayashi* roberto-matsubayashi-rmatsu.jpg

O termo RFID (Identificação por radiofreqüência) tem sido bastante mencionado no meio corporativo, seja em eventos de logística, tecnologia ou em notícias sobre testes e pilotos com a ferramenta, cada vez mais constantes nas indústrias nacionais.

    O termo RFID (Identificação por radiofreqüência) tem sido bastante mencionado no meio corporativo, seja em eventos de logística, tecnologia ou em notícias sobre testes e pilotos com a ferramenta, cada vez mais constantes nas indústrias nacionais. Sem dúvida, é irreversível o crescente emprego dessa tecnologia, considerados os seus benefícios em termos de controle e eficiência de processos. Deve-se ressaltar, entretanto, a grande importância do desenvolvimento de padrões para a sua utilização, e o modelo mundial para sua aplicação na cadeia de suprimentos é o EPC (Código Eletrônico de Produto).
    Padrões representam a chave para alavancar a implementação dessas novas ferramentas em nível global. Tecnologias proprietárias podem ajudar as empresas a resolver um problema específico, mas nem sempre são eficazes ao serem utilizadas como solução ao longo de toda uma cadeia. Se pensarmos numa tecnologia de identificação já consolidada, como o código de barras, temos plena consciência da importância da padronização de simbologias e numerações. Quando falamos de uma tecnologia que envolve uma geração de dados em quantidade muito maior e diferentes regulamentações ao redor do mundo, esses aspectos tornam-se consideravelmente mais críticos.
    Além disso, sabe-se que o grande benefício do EPC está na visibilidade que ele proporciona quanto à comercialização de produtos e serviços, o que exige, fundamentalmente, integração e colaboração entre parceiros e,  como resultado, a utilização de uma linguagem única para captura e troca de informações. Imaginem, por exemplo, a possibilidade de se identificar um container e seus produtos, e dele percorrer o mundo identificado com uma tag que pode ser lida em qualquer ponto desta cadeia, independentemente do país. Isto só será possível através de padrões globais.
    Considerados tais aspectos, é de suma importância que o desenvolvimento de aplicações e testes com o EPC ocorra em conformidade aos padrões já disponíveis. Mesmo que se inicie internamente, essas aplicações serão invariavelmente utilizadas por toda uma cadeia. Não se deve pensar no EPC isoladamente — ele é parte de um processo comercial que se relaciona com outras facetas da rede de fornecedores e aspectos de inventário.
    O desenvolvimento de padrões globais relacionados à aplicação do EPC é coordenado, em nível mundial, pela EPCglobal. A GS1 Brasil é a organização que representa a EPCglobal em nosso país, disseminando a tecnologia através de cursos, palestras, grupos de trabalho e da aproximação dos associados brasileiros com essa tecnologia para realização de pilotos e testes.

Para obter mais informações sobre o importante tema, participar dos Grupos de Trabalho da GS1 Brasil, nos segmentos de Indústria, Distribuição e Varejo, Operadores Logísticos e Provedores de Solução, ou se associar à EPC no Brasil, basta entrar em contato com a GS1 Brasil (www.gs1brasil.org.br). A não utilização de padrões limita a vasta gama de benefícios que a tecnologia pode trazer a seu negócio em termos de eficiência, produtividade e controle!

*Roberto Matsubayashi é assessor de Soluções de Negócios da GS1 Brasil


Avanços no Setor de Distribuição

18 18UTC Julho 18UTC 2007

por Eliane Ringer Ferreira* 

Não basta apenas entregar o produto pedido na hora certa e a um custo acessível, é preciso adotar novas medidas.

O segmento atacadista e de distribuição é um dos mais importantes dentro da cadeia de suprimentos. Em 2005, seu faturamento total foi de R$ 86,5 bilhões. O setor atende a quase um milhão de estabelecimentos comerciais no Brasil, dentre eles supermercados, empórios, bares e drogarias, que cresceram no último ano de 7% a 8%, enquanto o crescimento total de produtos de consumo subiu 4,8%.

Esse bom desempenho é resultado, em parte, ao trabalho realizado pelo setor para atingir um número maior de pontos de vendas, inclusive com a busca de novos serviços adicionados à distribuição de produtos.

Não basta apenas entregar o produto pedido na hora certa e a um custo acessível, é preciso adotar novas medidas. Cada vez mais, o varejo necessita profissionalizar-se, já que é a ponta final em contato direto com o consumidor. Para isso, são necessárias mudanças que tragam mais soluções ao negócio, como readequação do mix de produtos, com conseqüente redução de estoque, e melhor apresentação destes nas gôndolas. Também é importante investir em tecnologia, implementando equipamentos e softwares mais avançados.

A manutenção e transformação dos pequenos e médios varejistas em um varejo moderno e competitivo, com gestão profissionalizada, é a garantia de que a distribuição permanecerá forte e dinâmica. Independentemente, do formato de atuação, é fundamental desenvolver formas de melhor atender a demanda dos clientes, seja auxiliando-os em dicas de merchandising, gerenciamento por categorias, atendimento, limpeza e organização da loja, atualização tecnológica, dentre outros.

Neste sentido, a automação de processos desponta como grande aliada para aumentar a produtividade e auxiliar na gestão do negócio. A GS1 Brasil trabalha com o setor varejista há mais de vinte anos, auxiliando-o a entender suas necessidades e realizar projetos de automação que tragam resultados claros, com aplicação de soluções adequadas.

O Grupo de Trabalho Atacadistas e Distribuidores da GS1 Brasil auxilia o setor a oferecer informação, conhecimento, capacitação e desenvolvimento de projetos de automação que visam integrar o atacadistas e distribuidores a seus clientes e fornecedores. Conheça mais das ações da GS1 Brasil acessando nosso Centro de Serviços www.gs1brasil.org.br.

*Eliane Ringer Ferreira é assessora de Soluções de Negócios da GS1 Brasil.


Identificação de Unidades Logísticas com Códigos de Barras

18 18UTC Julho 18UTC 2007

Data: 27/08/2007 – Hora: 13:30

Local: Sala Anfiteatro da GS1 Brasil. Rua Dr. Renato Paes de Barros, 1017 – 14º andar – São Paulo

Conteúdo:

Identificação aplicando o Sistema GS1;
Dados variáveis – Como codificá-los? Código GS1-128;
Controle Logístico e de Processos;
Cases de Aplicação:
Medicamentos e Produtos para a Saúde
Alimentícios e Perecíveis
Móveis e Componentes
Material de Construção
Estruturas de Numeração do Sistema GS1:
SSCC – Código de Série de Unidade Logística
GSRN – Número Global de Relação de Serviços
GRAI – Número Global de Artigo Retornável
GIAI – Número Global de Artigo Fixo
GLN – Número Global de Localização
Características técnicas do código GS1-128;
Requisitos dos Sistemas de Leitura e Geração de Código de Barras;
Os Novos Códigos do Sistema GS1 – RSS e Simbologia Composta;
Futuro Identificado – EPC (Código Eletrônico de Produtos);
GS1 Brasil – Responsabilidades e Serviços.

Descrição: Apresentar a aplicação completa das ferramentas de identificação do Sistema GS1 por códigos de barras, para codificação de informações variáveis nos produtos, caixas e paletes, aumento da eficiência do controle logístico e da rastreabilidade de produtos e processos;Estruturar e demonstrar as aplicações do código GS1-128, considerando suas regras, cuidados técnicos e requisitos de sistemas; Demonstrar as novas tecnologias de identificação.

Público: Profissionais e estudantes das áreas de Logística, Transporte, Armazenamento, Sistemas, Controle de Produção, Desenvolvimento de Embalagens, Administrativa, fabricantes de equipamentos, prestadores de serviços em Automação e áreas correlacionadas.

Por que: As ferramentas de identificação do Sistema GS1 vão muito além da identificação de unidades de consumo (produtos que são vendidos no varejo). Por meio da aplicação do código de barras GS1-128, por exemplo, as empresas podem automatizar todos os seus processos internos desde o recebimento de matéria-prima, produção, armazenagem, gerenciamento de ativos e de estoques, até a expedição de produtos. Desta forma, garante grandes ganhos de eficiência, agilidade e confiabilidade na captura de dados variáveis, aprimorando a rastreabilidade de seus produtos e aumentando seu relacionamento com clientes e fornecedores. Aprenda a utilizar estas ferramentas ampliando os benefícios do uso dos códigos de barras na automação de seus processos e conheça o que há de novo na identificação de produtos e serviços.

Local: Sala Anfiteatro da GS1 Brasil Rua Dr. Renato Paes de Barros, 1017 14º andar – São Paulo

Informações Complementares: Inscrições e Informações: (11) 3068 6229 . Inscreva-se já – Vagas Limitadas


17 17UTC Julho 17UTC 2007

 

Introdução ao Código de Barras e à Identificação

http://www.gs1brasil.org.br

Data: 27/08/2007 – Hora: 09:00

Local: Sala Anfiteatro da GS1 Brasil. Rua Dr. Renato Paes de Barros, 1017 – 14º andar. São Paulo – SP

Conteúdo:
Apresentação da GS1 Brasil;
Apresentação do Sistema GS1;
Ferramentas oferecidas pelo Sistema (Estrutura de Dados, Código de Barras e Mensagens de Negócios). Conceituação de Padrões de Codificação: Identificação de Itens Comerciais:GTIN-13; GTIN-8;
Identificação de Unidades de Despacho (caixas) GTIN-14;
Estrutura de Codificação para Aplicações Internas de Loja;
Estrutura de Codificação para Identificação de Cupons de Desconto;
Aplicações de Controles Logísticos: GS1-128.
Benefícios das Ferramentas GS1 para o mercado;
Cuidados técnicos – magnitudes, cores, localização, posição, sistemas de impressão, etc.

Descrição: Apresentar uma visão sobre a forma mais eficiente de identificar e aplicar código de barras nos produtos, caixas e paletes utilizando as ferramentas do Sistema GS1. Inclui regras para atribuição de códigos, estruturas numéricas e requisitos técnicos para a correta construção e utilização do código de barras como: cores e tamanhos para cada tipo de produto e aplicação.

Público: Profissionais e estudantes das áreas de Logística, Transporte, Armazenamento, Sistemas, Controle de Produção, Desenvolvimento de Embalagens, Administrativa, fabricantes de equipamentos, prestadores de serviços em Automação e áreas correlacionadas e/ou iniciantes no processo de identificação por meio do código de barras.

Por que: O Sistema GS1 é adotado mundialmente por mais de 1 milhão de empresas, dos mais variados ramos de atividades como instrumento fundamental na identificação de itens comerciais; captura de dados e comunicação eletrônica entre empresas. O uso de uma linguagem padrão global entre os parceiros de negócios, já foi entendido como um dos fatores críticos do sucesso na obtenção de resultados. O Sistema GS1 é representado no mundo por mais de 100 Organizações Membros. Saiba como identificar seus produtos com Código de Barras do Sistema GS1 de maneira eficiente, para toda a cadeia de suprimentos, facilitando a integração com seus parceiros bem como o uso de ferramentas de automação em todo o seu processo produtivo.


Células de Competência – Automação

17 17UTC Julho 17UTC 2007
Missão
Promover e facilitar a integração em ambientes colaborativos, disseminando ferramentas para automação de processos logísticos.

Objetivos
Ser referência em soluções para automação que propiciem melhores serviços à comunidade;

  • Propiciar conhecimento em automação para toda comunidade de negócios;
  • Ser um facilitador na implantação das soluções em automação sempre agindo proativamente para atingir todo mercado de negócios.


Principais Realizações

Atividades – 2004
Em 2004, a Célula de Competência Automação manteve a mesma intensidade de realizações atingidas em 2003, com as seguintes atividades:

Mantendo a característica de desenvolvimento e aprimoramento de conteúdo na GS1 Brasil , inovamos em nossa expertise sobre Automação do Varejo desenvolvendo um curso para o Varejo Avançado que foi dividido em dois Módulos: Módulo I – Automação da Frente de Caixa e Módulo II – Automação da Retaguarda. Além deste, realizamos mais um tema para nossos cursos, a “Automação da Força de Vendas ( SFA – Sales Force Automation)“. O conteúdo atende à necessidade hoje identificada na área de vendas das empresas que precisam de mobilidade, autonomia e agilidade. A automação é uma ferramenta que auxilia a negociação e transforma o Vendedor em um Agente de Negócios.

Desenvolvemos durante o ano de 2004, algumas estratégias que foram focadas ao auxílio das Micro e Pequenas Empresas, como a apostila “Alto desempenho na Educação”, desenvolvida com o intuito de consolidar didaticamente as informações sobre o Sistema GS1, para os participantes dos cursos e palestras.

A implantação do Minilab (Laboratório de Automação) desenvolvido com o objetivo de trazer praticidade aos cursos internos da GS1 Brasil, como, Identificação Eficiente de Produtos com o Sistema GS1, Identificação Avançada Aplicando o Sistema GS1, Alta Qualidade na Impressão dos Códigos de Barras, Práticas de E-Commerce e EDI, Automação do Varejo e Automação de Processos da MPE – Módulo de Controle de Estoques. Para aprimorar a utilização do MiniLab, estamos concluindo o processo de aquisição de software de automação do varejo e gestão de estoques.

A automação de processos e o conhecimento de funcionalidades dos softwares foi foco da Célula de Competência, que desenvolveu uma ferramenta de auxílio às MPEs que pretendem adquirir um software de gestão: Matriz de Requisitos. Com ela os empresários terão condições de analisar de forma criteriosa as soluções existentes no mercado e encontrar o sistema mais adequado ao seu negócio.

Atividades – 2003
O ano de 2003 foi marcado por grandes realizações, além da renovação e atualização de cursos como “Planejando a Automação do Varejo”e “Automação de Processo da Micro e Pequena Empresa”. Inauguramos os cursos: “Fundamentos de Logística Integrada”, “Fundamentos da Gestão de Estoques”, “Gerenciamento Eficiente de Transportes” e “Precificação no Varejo”. Lançamos, ainda, o curso em formato e-learning “Planejando a Automação do Varejo”.

Houve intensa participação da GS1 Brasil em fóruns de logística pelo Brasil, como: Congresso UNICENP, em Curitiba-PR; Congresso COPPEAD, no Rio de Janeiro; Semana da Automação, realizada nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal; Fóruns de Logística CEBRALOG e MERCOLOG.

Participamos da EXPOABRAS com o “Modelo de Integração Logística”, que obteve grande receptividade perante o público presente à feira. Concluimos o projeto do mini laboratório, disponibilizando em alguns de nossos cursos os equipamentos para demonstração. Incrementamos a nossa Biblioteca Técnica com livros importantes de conhecimentos técnicos diversos.

Entre os artigos publicados, destacamos: “EDI é fator de eficiência no transporte de cargas”, “Logística, diferencial mais do que lógico” e “Não tão pequenas assim!”, focando transporte, logística e micro e pequenas empresas.

Ambiente em que esta Célula de Competência está inserido
No cenário econômico atual, a competitividade está diretamente relacionada com a capacidade da empresa alinhar sua estratégia à necessidade de seu consumidor final. Para que esse sincronismo seja possível é necessário conhecer os hábitos de consumo de seu cliente a ponto de prever suas mudanças e, conseqüentemente, descobrir novas oportunidades de negócio.

Outro fator significativo nos dias atuais é a capacitação pessoal. Cada vez mais a capacitação da equipe de trabalho se torna um diferencial para atender o cliente da maneira mais adequada. Nesse sentido, o uso da automação se faz necessário. As atividades que não agregam valor são automatizadas, propiciando que seu pessoal dirija as atenções àquelas que são mais relevantes para a empresa.

O desenvolvimento da automação dá-se à princípio com a implantação de equipamentos, e a substituição dos procedimentos e rotinas manuais por procedimentos automatizados, até chegar à utilização de ferramentas que possibilitam um maior controle e uma melhor gestão do negócio, obtendo maior rentabilidade e competitividade. Um fator crítico nesse desenvolvimento é buscar a melhor solução para o negócio. Como cada empresa possui características únicas, conseqüentemente, elas poderão ter soluções diferentes para negócios similares.

Porém, uma necessidade comum entre as empresas é uma linguagem única de comunicação que propicie menor ruptura de seus relacionamentos por propiciar uma menor complexidade no gerenciamento das trocas de informações entre parceiros. É para suprir essa necessidade que surgiu o Sistema GS1.

O Sistema GS1 é um conjunto de padrões, que possibilita a gestão eficiente de cadeias de suprimentos globais e multissetoriais, identificando com exclusividade produtos, unidades logísticas, localizações, ativos e serviços, facilitando os processos de comércio eletrônico, propondo soluções estruturadas para mensagens eletrônicas viabilizando a total rastreabilidade das operações.

Neste contexto, a GS1 Brasil, por meio do Célula de Competência Automação, pretende intensificar a cultura da automação de empresas e sua integração com os parceiros comerciais. Para isso, a Célula Automação tem em sua competência a expertise da utilização do Sistema GS1 nos mais diversos setores, para estruturar e padronizar as informações trocadas neste ambiente colaborativo, bem como orientar as empresas no sentido de identificar ferramentas que atendam às necessidades desta integração, inclusive dando assessoria técnica aos desenvolvedores de software e fabricantes ou revendedores de equipamento.

Coneça mais no site da GS1 Brasil: www.gs1brasil.org.br


Conceitos Avançados de EDI

17 17UTC Julho 17UTC 2007

http://www.gs1brasil.org.br

Data: 29/08/2007 – Hora: 13:30

Data: 30/08/2007 – Hora: 09:00

Local: Sala Anfiteatro da GS1 BRASIL. Rua Dr. Renato Paes de Barros, 1017 – 14º andar

Conteúdo: 1º DIA

Gerenciamento;

Idéias de condução de um projeto EDI.

Princípios EDIFACT:

Teoria e prática – exercícios;

Manual EANCOM.

2º DIA

Alinhamento de dados;

Mensagem PARTIN;

Guia PARTIN;

Mensagem ORDERS;

Exercícios ORDERS.

Descrição: Informar sobre EDI e capacitar os participantes para o gerenciamento de projetos de automação interempresarial no âmbito das atividades mercantis. Apresenta desde os aspectos motivacionais para a utilização de EDI até soluções práticas para projetos, por meio de abordagem gerencial do tema.

PRÉ -REQUISITOS: Introdução ao Código de Barras e à Identificação (disponível também em e-learning); Práticas de e-Commerce e EDI (disponível também em e-learning).

Público: Gerentes e profissionais da área de Tecnologia da Informação.

Por que: O profissional obterá noções gerenciais para planejamento, venda interna e condução de projetos EDI e suas fases, conscientização sobre os impactos e mudanças geradas com a aplicação do EDI e cuidados necessários durante a execução e implementação do projeto. Os profissionais envolvidos direta ou indiretamente em projetos EDI adquirirão conhecimentos práticos sobre EDI e o padrão EANCOM, a fim de facilitar o entendimento técnico necessário ao gerenciamento, documentação, manutenção e expansão de projetos EDI para outros processos, parceiros, assim como mudanças após implementação.

Local: Sala Anfiteatro da GS1 BRASIL Rua Dr. Renato Paes de Barros, 1017 – 14º andar

Informações Complementares: Inscrições e Informações: (11) 3068 6229. Inscreva-se já – Vagas Limitadas.


mo Utilizar os Padrões XML do Sistema GS1

16 16UTC Julho 16UTC 2007

Data: 28/08/2007 – Hora: 13:30

Local: Sala Anfiteatro da GS1 Brasil

Conteúdo: Apresentação da GS1 Brasil; Conceituação: UML e XML; Requisitos para a utilização dos padrões XML GS1; Arquitetura XML GS1 ; Modelagem GS1 – Plan, Align, Order, Delivery e Pay; BMS – Business Message Standard (Padrões de Mensagens de Negócios); Exemplos e aplicações : Simple-eb XML/EDI versus EDI Tradicional Encerramento; Serviços da GS1 Brasil.

Descrição: Apresentar aos participantes, alguns conceitos, definições e aplicações, visando capacitá-los na compreensão dos padrões de mensagens eletrônicas em XML lançadas pela GS1. Será abordado também alguns conceitos do UML (Unified Modelling Language) necessários para o entendimento da documentação de implementação.

PRÉ-REQUISITOS: Conceitos Básicos sobre XML e UML; Práticas de eCommerce e EDI (disponível também em e-learning); Introdução ao Código de Barras e à Identificação (disponível também em e-learning); Cadastro de produtos e empresas: como elaborar e manter. Público: Profissionais e estudantes da área tecnologia da informação, profissionais em geral interessados em padrões para comércio eletrônico, com conhecimentos de informática, EDI, eCommerce e identificação de produtos. Por que: Este curso fornece informações fundamentais sobre os padrões XML do Sistema GS1 e informações de como utilizá-los. A documentação de suporte traz a modelagem dos processos em UML, o que facilita o seu entendimento e implementação pelas empresas. Ele vem atender a demanda cada vez mais crescente por padrões XML, bem como a correta utilização das chaves do Sistema GS1 neste padrão.

Inscrições e Informações: (11) 3068 6229. Inscreva-se já – Vagas Limitadas


Por que não acho o nº 39?

16 16UTC Julho 16UTC 2007

por Ana Paula Maniero*ana-paula-maniero-amaniero.jpg

    Não é raro chegarmos a uma loja de calçados, gostar de um modelo, solicitá-lo ao vendedor, e logo em seguida ele aparecer com algumas caixas na mão, sendo que nenhuma delas contém o que lhe foi pedido. No caso de falta de numeração, o problema é, quase sempre, freqüente. Quem nunca pediu um nº 39 e ouviu a frase “Leva o 38 que depois laceia”?

    Isso ocorre porque hoje o ciclo de vida dos produtos está cada vez mais curto, devido ao plano de desenvolvimento contínuo e a novos lançamentos. A quantidade de volumes comercializados e os prazos de entrega estão diminuindo a cada transação, e as freqüências de entrega estão aumentando gradativamente. O lojista trabalha com os estoques cada vez mais reduzidos, pois o mercado imprime esse ritmo e a indústria repassa essa necessidade aos seus fornecedores.

   A nova realidade não comporta mais a velha compra por grade: “1-2-2-3-2-2-1”. Por que não é possível comprar uma caixa somente com o número 39? A velha máxima “Compro grade porque sempre foi assim”, infelizmente não funciona mais, Outras que também estão ultrapassadas são “Eu vendo grade porque o lojista somente compra assim”, ou “Eu compro grade porque a indústria somente vende em grade. Todos esses pensamentos convergem para que se venda menos.

    Em virtude da falta de aderência entre os modelos de pedido e de uma demanda diferenciada, nasceu o projeto GOL (Grupo de Otimização Logística). O objetivo desse grupo, composto por algumas das maiores empresas do setor, e coordenado pela GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação – é promover junto ao mercado a utilização de padrões internacionais para a utilização da automação e de ferramentas de gerenciamento da cadeia de suprimentos. Envolve, ainda, tecnologias de captura automática de dados e de comércio eletrônico, permitindo uma eficiente integração entre os participantes da cadeia de suprimentos da indústria calçadista.

    O fato de aplicar-se o padrão GS1 confere ainda maior eficiência aos negócios internacionais, uma vez que este é um sistema multissetorial e aberto.

    Os benefícios da automação para o setor calçadista são muitos, dentre eles, destacam-se: maior eficiência na gestão de estoques, agilização no recebimento e expedição de mercadorias, melhoria na eficiência do fluxo de produtos e informações, melhor gerenciamento do negócio, ampliação dos serviços aos clientes, intensificação do relacionamento entre clientes e fornecedores, redução dos custos de administração dos processos logísticos, segurança e agilidade na devolução e troca de produtos, redução de volume de papéis, facilidade de apuração de margens, giro de estoque, descontos, segurança e rapidez no inventário e no controle físico e financeiro dos estoques.

    Essas vantagens resultam em mais vendas, redução total de custos, diminuição da margem de erros, aumento de eficiência no ponto-de-venda, promovendo crescimento e vantagens para toda a cadeia.

    Hoje, a informação é o “bem” mais precioso do empresário, além de representar a base de um gerenciamento eficiente e eficaz para manter o negócio e trazer condições de crescimento sustentável, fazendo frente à concorrência de grandes empresas nacionais e internacionais.

    A automação deve ser considerada como um importante investimento pelas empresas que pretendem, por meio de um controle efetivo das operações, aperfeiçoarem sua gestão buscando eficiência e produtividade. As indústrias e os varejos que desejam manter-se competitivos, devem investir em novos modelos e ferramentas de gestão logística, tais como código de barras e comércio eletrônico, para atender seus clientes e tornarem-se mais ágeis e prontas para as mudanças de comportamento do mercado.

 

*Ana Paula Maniero é assessora de Soluções de Negócios da GS1 Brasil