Informação no Processo Logístico

22 22UTC Abril 22UTC 2008

O Brasil é o terceiro produtor mundial de tecidos de malha, o quinto de peças confeccionadas e o sétimo de fios e filamentos. Em síntese, somos o sexto maior produtor têxtil mundial. As roupas fabricadas por brasileiros chegam aos mercados mais tradicionais, como: França, Alemanha e Estados Unidos.

A quantidade de produtos comercializada interna e externamente é muito grande, sendo assim a automação dos processos de recebimento e despacho tornam-se cada vez mais importantes. A concorrência dos produtos asiáticos é uma realidade e a busca por fatores que nos diferenciem, competitivamente, não está apenas ligada a design, ou ao estilo, e sim a eficiência de processos. As empresas não podem mais se dar ao luxo de perder agilidade.

Muitas já utilizam o código de barras para identificar os seus produtos e unidades logísticas, sejam eles encabidados ou embalados.
Esta é uma parte importante do processo, mas, não é a única…

A automação completa acontece quando o fluxo físico de mercadorias, controlado pela utilização e leitura dos códigos de barras é acompanhado pela automação do fluxo da informação. É o que chamamos de Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI). No processo de recebimento o cliente, por exemplo, pode receber antes do carregamento físico todas as informações referentes aos produtos que irá receber.

Ganho de produtividade, eficiência, redução de custo!

Aumento da produtividade, pois o EDI permite que as companhias controlem e manejem melhor as necessidades de produção, compras e entregas.

Ganho de Eficiência com a eliminação de erros inevitáveis resultantes da entrada manual de dados.

Redução de Custos administrativos e operacionais, frente à busca de redução dos trâmites que originam pilhas de papéis, que fazem parte dos fluxos de vai-e-vem de vias de documentos, protocolos e assinaturas.

A GS1 Brasil além de possuir o padrão mundialmente utilizado para identificação através do código de barras, possui também o padrão para as mensagens eletrônicas trocadas no EDI, facilitando assim o comércio entre as empresas, utilizando uma linguagem única. Além das mensagens para auxiliar na expedição e no recebimento das mercadorias, a GS1 Brasil também oferece diversas outras que auxiliam o processo logístico como um todo, proporcionando mais velocidade na troca das informações.

George Passini Michail


Avanços no Setor de Distribuição

13 13UTC Julho 13UTC 2007

Eliane Ringer Ferreira*  

Não basta apenas entregar o produto pedido na hora certa e a um custo acessível, é preciso adotar novas medidas.

O segmento atacadista e de distribuição é um dos mais importantes dentro da cadeia de suprimentos. Em 2005, seu faturamento total foi de R$ 86,5 bilhões. O setor atende a quase um milhão de estabelecimentos comerciais no Brasil, dentre eles supermercados, empórios, bares e drogarias, que cresceram no último ano de 7% a 8%, enquanto o crescimento total de produtos de consumo subiu 4,8%.

Esse bom desempenho é resultado, em parte, ao trabalho realizado pelo setor para atingir um número maior de pontos de vendas, inclusive com a busca de novos serviços adicionados à distribuição de produtos.

Não basta apenas entregar o produto pedido na hora certa e a um custo acessível, é preciso adotar novas medidas. Cada vez mais, o varejo necessita profissionalizar-se, já que é a ponta final em contato direto com o consumidor. Para isso, são necessárias mudanças que tragam mais soluções ao negócio, como readequação do mix de produtos, com conseqüente redução de estoque, e melhor apresentação destes nas gôndolas. Também é importante investir em tecnologia, implementando equipamentos e softwares mais avançados.

A manutenção e transformação dos pequenos e médios varejistas em um varejo moderno e competitivo, com gestão profissionalizada, é a garantia de que a distribuição permanecerá forte e dinâmica. Independentemente, do formato de atuação, é fundamental desenvolver formas de melhor atender a demanda dos clientes, seja auxiliando-os em dicas de merchandising, gerenciamento por categorias, atendimento, limpeza e organização da loja, atualização tecnológica, dentre outros.

Neste sentido, a automação de processos desponta como grande aliada para aumentar a produtividade e auxiliar na gestão do negócio. A GS1 Brasil trabalha com o setor varejista há mais de vinte anos, auxiliando-o a entender suas necessidades e realizar projetos de automação que tragam resultados claros, com aplicação de soluções adequadas.

O Grupo de Trabalho Atacadistas e Distribuidores da GS1 Brasil auxilia o setor a oferecer informação, conhecimento, capacitação e desenvolvimento de projetos de automação que visam integrar o atacadistas e distribuidores a seus clientes e fornecedores. Conheça mais das ações da GS1 Brasil acessando nosso Centro de Serviços www.gs1brasil.org.br.

*Eliane Ringer Ferreira é assessora de Soluções de Negócios da GS1 Brasil.