Laboratório “RFID-CIMATEC” será inaugurado dia 5/2, em Salvador, com palestra de Roberto Matsubayashi, gerente da Célula de Solução de Negócios da GS1 Brasil.

26 26UTC Janeiro 26UTC 2009

 Fruto de uma parceria com a organização “Saint Paul”, o laboratório de radiofrequencia funcionará no Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia (Cimatec) do Senai-BA.

O gerente da Célula de Solução de Negócios da GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação, Roberto Matsubayashi, ministrará palestra no evento de inauguração do laboratório “RFID da CIMATEC”, dia 5 de fevereiro de 2009, às 18h30, no Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia (CIMATEC) do Senai-BA – av. Orlando Gomes, 1845, Piatã, Salvador, BA.

O laboratório nasce com a missão de dar suporte às indústrias na aplicação da tecnologia RFID – identificação por radiofrequência. Entre suas atribuições, incluem-se:

  • - Atividades voltadas à formação e ao desenvolvimento de habilidades dos profissionais que lidam com RFID.
  • - Para as empresas pouco familiarizadas com a tecnologia RFID, o centro disponibilizará metodologias especiais, com demonstrações práticas, testes de campo e estudos de problemas in loco.
  • - O laboratório “RFID da CIMATEC” está certificado como centro de especialização, apto a validar soluções e a definir especificações de projetos RFID.

Sobre a GS1 Brasil

 A GS1 Brasil é uma associação multissetorial sem fins lucrativos, que tem como objetivos primordiais implementar e disseminar padrões globais para o gerenciamento da cadeia de suprimentos e de demanda. Também é o órgão oficial para o EPC no Brasil e está filiada à EPCglobal Inc, organismo responsável pelo Código Eletrônico de Produto (EPC).

A GS1 Brasil atua no País desde 1983. Participa e promove eventos em todo o País, realiza atividades voltadas à capacitação em automação e logística, tais como cursos e palestras, e mantém grupos de trabalho voltados a diferentes segmentos – indústria calçadista, da construção, saúde, insumos agropecuários, móveis, telecomunicações, algodão, energia, autopeças.

GS1 BRASIL – Associação Brasileira de Automação www.gs1brasil.org.br Assessoria de Imprensa: Ricardo Viveiros – Oficina de Comunicação Jornalista responsável: Silvia Lakatos (MTb. 33775) – silvia.lakatos @viveiros.com.br
Assistente de Jornalismo: Daniela Sartori – daniela@viveiros.com.br Tel/Fax: (11) 3675-5444 Janeiro/2009


Informação no Processo Logístico

22 22UTC Abril 22UTC 2008

O Brasil é o terceiro produtor mundial de tecidos de malha, o quinto de peças confeccionadas e o sétimo de fios e filamentos. Em síntese, somos o sexto maior produtor têxtil mundial. As roupas fabricadas por brasileiros chegam aos mercados mais tradicionais, como: França, Alemanha e Estados Unidos.

A quantidade de produtos comercializada interna e externamente é muito grande, sendo assim a automação dos processos de recebimento e despacho tornam-se cada vez mais importantes. A concorrência dos produtos asiáticos é uma realidade e a busca por fatores que nos diferenciem, competitivamente, não está apenas ligada a design, ou ao estilo, e sim a eficiência de processos. As empresas não podem mais se dar ao luxo de perder agilidade.

Muitas já utilizam o código de barras para identificar os seus produtos e unidades logísticas, sejam eles encabidados ou embalados.
Esta é uma parte importante do processo, mas, não é a única…

A automação completa acontece quando o fluxo físico de mercadorias, controlado pela utilização e leitura dos códigos de barras é acompanhado pela automação do fluxo da informação. É o que chamamos de Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI). No processo de recebimento o cliente, por exemplo, pode receber antes do carregamento físico todas as informações referentes aos produtos que irá receber.

Ganho de produtividade, eficiência, redução de custo!

Aumento da produtividade, pois o EDI permite que as companhias controlem e manejem melhor as necessidades de produção, compras e entregas.

Ganho de Eficiência com a eliminação de erros inevitáveis resultantes da entrada manual de dados.

Redução de Custos administrativos e operacionais, frente à busca de redução dos trâmites que originam pilhas de papéis, que fazem parte dos fluxos de vai-e-vem de vias de documentos, protocolos e assinaturas.

A GS1 Brasil além de possuir o padrão mundialmente utilizado para identificação através do código de barras, possui também o padrão para as mensagens eletrônicas trocadas no EDI, facilitando assim o comércio entre as empresas, utilizando uma linguagem única. Além das mensagens para auxiliar na expedição e no recebimento das mercadorias, a GS1 Brasil também oferece diversas outras que auxiliam o processo logístico como um todo, proporcionando mais velocidade na troca das informações.

George Passini Michail


EPC (Código Eletrônico de Produto) é o novo passo na Automação das Cadeias de Suprimentos

4 04UTC Março 04UTC 2008

A GS1 Brasil (nova marca da EAN BRASIL), há cinco anos é a entidade responsável pela implementação do EPC no País, tecnologia para o Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management). Esse avanço da automação utiliza a tecnologia de identificação por radiofreqüência – RFID.

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A adoção mundial do código de barras padrão GS1 por milhões de empresas demonstrou ser a automação uma ferramenta decisiva para a melhoria da economia globalizada; e nesse processo desenvolve-se o EPC (Código Eletrônico de Produto). “O melhor disso é que seu desenvolvimento no País ocorre simultaneamente aos de outras nações”, salienta Sergio Ribinik, CEO da GS1 Brasil que integra o grupo de governança mundial da nova tecnologia.

Com o EPC cada item terá o seu próprio número individual codificado em uma etiqueta de radiofreqüência (RFID). Os leitores farão a captura dessa identificação e serão capazes de indicar onde o item está e em quais condições, comunicando-se com bancos de dados remotos pela Internet. Com isso, consegue-se a identificação automática e a rastreabilidade de produtos em tempo real. A utilização do novo sistema oferece uma série de benefícios, como a leitura de itens sem a proximidade do leitor, permitindo, por exemplo, a contagem instantânea de estoque; a melhoria das práticas de reabastecimento com eliminação de itens faltantes e/ou com validade vencida; identificação da localização dos itens em processos de recall (busca); a verificação imediata dos produtos nas prateleiras ou no “carrinho” do varejo; e possibilidades sem limites de melhorias e individualização de serviços ao consumidor.

O EPC, uma oportunidade de maior eficiência nos negócios e na logística, significa o rastreamento total dos produtos na cadeia de suprimentos, com economia de tempo, custos e maior segurança para empresas e consumidores.


EPC – Código Eletrônico de Produto, o padrão da eficiência.

19 19UTC Julho 19UTC 2007

por Roberto Matsubayashi* roberto-matsubayashi-rmatsu.jpg

O termo RFID (Identificação por radiofreqüência) tem sido bastante mencionado no meio corporativo, seja em eventos de logística, tecnologia ou em notícias sobre testes e pilotos com a ferramenta, cada vez mais constantes nas indústrias nacionais.

    O termo RFID (Identificação por radiofreqüência) tem sido bastante mencionado no meio corporativo, seja em eventos de logística, tecnologia ou em notícias sobre testes e pilotos com a ferramenta, cada vez mais constantes nas indústrias nacionais. Sem dúvida, é irreversível o crescente emprego dessa tecnologia, considerados os seus benefícios em termos de controle e eficiência de processos. Deve-se ressaltar, entretanto, a grande importância do desenvolvimento de padrões para a sua utilização, e o modelo mundial para sua aplicação na cadeia de suprimentos é o EPC (Código Eletrônico de Produto).
    Padrões representam a chave para alavancar a implementação dessas novas ferramentas em nível global. Tecnologias proprietárias podem ajudar as empresas a resolver um problema específico, mas nem sempre são eficazes ao serem utilizadas como solução ao longo de toda uma cadeia. Se pensarmos numa tecnologia de identificação já consolidada, como o código de barras, temos plena consciência da importância da padronização de simbologias e numerações. Quando falamos de uma tecnologia que envolve uma geração de dados em quantidade muito maior e diferentes regulamentações ao redor do mundo, esses aspectos tornam-se consideravelmente mais críticos.
    Além disso, sabe-se que o grande benefício do EPC está na visibilidade que ele proporciona quanto à comercialização de produtos e serviços, o que exige, fundamentalmente, integração e colaboração entre parceiros e,  como resultado, a utilização de uma linguagem única para captura e troca de informações. Imaginem, por exemplo, a possibilidade de se identificar um container e seus produtos, e dele percorrer o mundo identificado com uma tag que pode ser lida em qualquer ponto desta cadeia, independentemente do país. Isto só será possível através de padrões globais.
    Considerados tais aspectos, é de suma importância que o desenvolvimento de aplicações e testes com o EPC ocorra em conformidade aos padrões já disponíveis. Mesmo que se inicie internamente, essas aplicações serão invariavelmente utilizadas por toda uma cadeia. Não se deve pensar no EPC isoladamente — ele é parte de um processo comercial que se relaciona com outras facetas da rede de fornecedores e aspectos de inventário.
    O desenvolvimento de padrões globais relacionados à aplicação do EPC é coordenado, em nível mundial, pela EPCglobal. A GS1 Brasil é a organização que representa a EPCglobal em nosso país, disseminando a tecnologia através de cursos, palestras, grupos de trabalho e da aproximação dos associados brasileiros com essa tecnologia para realização de pilotos e testes.

Para obter mais informações sobre o importante tema, participar dos Grupos de Trabalho da GS1 Brasil, nos segmentos de Indústria, Distribuição e Varejo, Operadores Logísticos e Provedores de Solução, ou se associar à EPC no Brasil, basta entrar em contato com a GS1 Brasil (www.gs1brasil.org.br). A não utilização de padrões limita a vasta gama de benefícios que a tecnologia pode trazer a seu negócio em termos de eficiência, produtividade e controle!

*Roberto Matsubayashi é assessor de Soluções de Negócios da GS1 Brasil